A questão central foi a segurança pública e as condições de trabalho dos servidores militares.
A onda de violência que atinge o estado nos últimos dias foi a questão principal do Fórum de Servidores da Segurança (FOSEG), que aconteceu na manda desta quarta-feira (03). A Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN) esteve presente, junto com os representantes de classe dos servidores que fazem a Segurança Pública no Rio Grande do Norte. O objetivo do é traçar estratégias e um planejamento a ser cobrado do Governo do Estado.
O Fórum é composto, pelo Sindicato da Polícia Civil, pela Associação de Cabos e Soldados, Associação de Subtenentes e Sargentos, Associação dos Bombeiros Militares, Sindicato dos Policiais Federais, Sindicato dos Agentes Penitenciários, Sindicato dos Guardas Municipais, Sindicato dos Agentes de Trânsito e Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais.
Desde o ano passado, o FOSEG vem se reunindo com objetivo de apontar encaminhamentos para melhoria da segurança pública. Os integrantes do Fórum ressaltam que todas as categorias da Segurança entenderam o momento crítico em que o estado se encontra e, principalmente, sensibilizaram-se com o temor social e foram para as ruas de maneira abnegada, como uma grande força-tarefa.
O FOSEG lembra que, nos últimos anos, vários policiais perderam suas vidas em decorrência da criminalidade. Vivendo em um estado de pressão psicológica, sem condições dignas de trabalho. Também por estes motivos, o Fórum dos Servidores de Segurança vai solicitar uma reunião com o governador Robinson Faria para detalhar todos esses pontos: da necessidade da sensação de segurança à sociedade, e condições de trabalho dos policiais.
Inclusive, em novembro do ano passado, o Fórum já tinha entregue um documento com todas as sugestões das entidades nas mãos da chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, bem como solicitado uma reunião com o governador Robinson Faria. Pontos estes, que se colocados em prática, poderiam ter evitado a crise atual.
Com informações do Sinpol/RN